Justiça fará vídeoconferência para evitar deslocamento de 153 milicianos no Rio

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Estado RJ

Justiça fará vídeoconferência para evitar deslocamento de 153 milicianos no Rio

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09/04/2018 às 09h24

Reprodução Extra
Já sete menores também detidos na festa , foram encaminhados para Juizado de Infância e Adolescência.

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Três salas de videoconferência do Complexo Penitenciário do Gericinó, na Zona Oeste do Rio, deverão ser utilizadas nesta segunda-feira, (09/04) para realização de audiências de custódia de 153 presos, de um total de 164, capturados pela Polícia Civil no sábado, (07/04) durante uma festa realizada pela milícia, em um sítio de Santa Cruz , também na Zona Oeste.

A medida, que ainda não foi confirmada oficialmente pelo Tribunal de Justiça do Rio, substituiria as audiências presenciais para impedir o deslocamento de um grande número de criminosos pelas ruas da cidade.

Neste domingo, o grupo que estava na inicialmente na Cidade da Polícia, no Jacaré, e que passou por uma triagem na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, foi transferido em caminhões de transporte da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) para a Penitenciária Bandeira Stampa, no Gericinó.

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A operação contou com escolta de agentes penitenciários, homens da Coordenadoria de Recursos Especiais, e ainda com o apoio de um helicóptero. Antes da transferência, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Bandeira Stpampa já abrigava 477 detentos oriundos de grupos paramilitares. A unidade, de acordo com o CNJ, tem capacidade de receber um total de 571 presos.

Quatro militares que também foram presos na operação de sábado — um bombeiro, dois soldados do Exército e um da Aeronáutica — foram transferidos para celas dos respectivos quartéis.

Já sete menores também detidos na festa , foram encaminhados para Juizado de Infância e Adolescência.

Um dos quatro mortos na operação, durante um tiroteio que envolveu policiais civis e milicianos, seria um homem conhecido pelo apelido de Cheetos. Ele é suspeito de fazer parte da segurança de um grupo paramilitar que atua no Bairro de Cabuçu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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A mesma quadrilha atua no bairro conhecido como K-32 e é ligado a milícia chefiada por Wellington da Silva Braga, o Ecko. O bandido, que está com a prisão decretada pela Justiça, estava na festa, mas conseguiu fugir durante o tiroteio.

Na operação de sábado, a polícia apreendeu pelo menos 13 fuzis, 15 pistolas, quatro revólveres, carregadores, granadas, coletes à prova de bala, e dez veículos roubados.

Fonte: Extra


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