Polícia identifica suspeitos de matar PM na Linha Amarela, no Rio

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Estado RJ

Polícia identifica suspeitos de matar PM na Linha Amarela, no Rio

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08/01/2019 às 11h07 08/01/2019 às 11h10

Reprodução
''Chacota'' e ''Gari'' tiveram prisão temporária de três dias decretada pela 2ª Vara Criminal

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A Polícia Civil já identificou dois suspeitos de envolvimento na morte do policial militar Daniel Henrique Mariotti, sábado (05/01), na Linha Amarela, na zona norte do Rio Janeiro.

Willian Souza Guedes, de 29 anos, conhecido como Chacota e Diego Silva de Jesus Carlos, de 27, apelidado de Gari, tiveram prisão temporária de três dias decretada pela 2ª Vara Criminal. O soldado Mariotti foi o primeiro agente da polícia morto este ano.

O Disque-Denúncia, projeto não governamental que presta serviço para a Secretaria de Segurança, oferece recompensa de R$ 5 mil para quem der informações que possam levar à prisão dos dois.

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Segundo a polícia, os suspeitos têm envolvimento com o comércio ilegal de entorpecentes na favela de Manguinhos, na zona norte. Contra um deles, Willian Souza, há oito mandados de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para a produção e tráfico e condutas afins.

Crime

O PM Daniel Henrique Mariotti, 30 anos, foi baleado na cabeça na saída 6 da Linha Amarela, na altura da Avenida dos Democráticos, em Bonsucesso. A vítima foi atingida após tentar fugir de um arrastão.

O militar, lotado no 22º BPM – Maré, foi levado em estado grave para o Hospital Federal de Bonsucesso. Ele passou por uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

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Menos de 48 horas após a morte de Mariotti, o estado do Rio registrou a segunda morte de um policial militar por criminosos este ano. O soldado Miquéias Marinho Ribeiro, de 31 anos, foi assassinado a tiros na manhã de segunda-feira (07/01), perto de sua casa, no bairro de Engenho Pedreira, em Japeri, na Baixada Fluminense.

Segundo a polícia, o soldado saía para o trabalho de carro quando homens, que estavam em outro veículo, passaram e dispararam várias vezes contra a vítima. O pai do PM chegou a levar o filho para a Policlínica Itália Franco, mas ele morreu.

A polícia investiga o caso. Também estão sendo oferecidos R$ 5 mil para quem contribuir com informações que levem aos autores do crime. As denúncias, sempre sigilosas, devem ser feitas por meio dos canais do Disque-Denúncia.

Fonte: Agência Brasil


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