MDB Campos convoca para posse e gera confusão

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Política

MDB Campos convoca para posse e gera confusão

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28/04/2019 às 16h11 28/04/2019 às 17h06 Verônica Mattos

Reprodução Arquivo Pessoal
Silvinho Martins,Netinho Silvestre, Fernando Leite e Igor Martins.

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O MDB é o partido mais desgastado no cenário estadual e nacional por conta de inúmeras denúncias de corrupção envolvendo vários de seus membros, com condenações e consequentes prisões, como por exemplo, do ex-governador Sérgio Cabral, condenado a quase 200 anos de prisão, além dos ex-presidentes da Alerj, Jorge Picciani e Paulo Melo, do ex-deputado Edson Albertassi, esses apenas alguns que tornaram a legenda fragilizada para o pleito ocorrido em outubro de 2018, onde as urnas demonstraram claramente a recusa aos seus candidatos. Ainda figuram nessa lista, o ex-deputado federal Eduardo Cunha.

Mas em Campos, a legenda que tinha a presidência do ex-deputado Geraldo Pudim, que é membro da executiva estadual, passou para as mãos de Netinho Silvestre, aliado político do vereador Silvinho Martins (PRTB), e membro do governo Rafael Diniz.

Acontece que a mudança não foi bem aceita por Geraldo Pudim, que perdeu a eleição em outubro de 2018, na disputa por uma vaga para a Câmara Federal. Ele declarou que tomou ciência pela imprensa. E em meio a toda essa situação, surge novamente o nome de Arnaldo Vianna afirmando que terá condições de ser candidato, em 2020, e pelo MDB.

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A posse da nova executiva está confirmada para a próxima terça-feira (30), às 16h, na Câmara Municipal. Netinho Silvestre explicou todo o processo até o convite. “Eu era chefe de gabinete do vereador Silvinho Martins. Em 2018 apoiamos a candidatura do Rosenverg Reis e ele teve uma votação extraordinária com mais de quatro mil votos aqui em Campos. Assim surgiu por indicação do prefeito Washington Reis, que é vice-presidente da estadual. Construímos juntos deles com o apoio de Leonardo Picciani”, afirmou Netinho Silvestre.

Já o ex-deputado, hoje é diretor da Mesa Diretora da da Alerj, Geraldo Pudim não titubeou e demonstrou sua insatisfação. “A chegada desse grupo pela porta dos fundos em ação comandada pelo vereador Silvinho (Martins) demonstra a clara certeza em querer vender a legenda do MDB ao projeto de reeleição do prefeito Rafael Diniz. Embora, o resultado da eleição passada tenha sido um desastre eleitoral para o partido, ficou demonstrado que o MDB em Campos não é um sigla de aluguel, tem projetos, tem nomes de respeito como Fernando Leite e Arnaldo Viana, que sabem exatamente a grandeza do partido”.

Ao ser indagado de como irá proceder e se ainda há o desejo de permanecer na legenda, declarou que foi convocado para uma reunião da executiva estadual para esta segunda-feira (29).

“Primeiro que tomei conhecimento pela imprensa, por isso digo que estão entrando pela parte dos fundos. Faço parte da executiva estadual e fui convocado para uma reunião amanhã exatamente para tratar da reestruturação do partido nos municípios com vista a organização para as eleições municipais, e fui surpreendido por uma matéria de algo que não tenho conhecimento”.

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A respeito do desconhecimento da mudança da executiva do partido, por parte de Geraldo Pudim, Netinho Silvestre declarou: “Pra mim é uma grande surpresa. Estou sabendo agora pela entrevista, respeito e admiro muito o Pudim e já o apoiei em duas campanhas. Seria muito bom ele estar junto”.

ELEIÇÕES 2020

Sobre os nomes de Arnaldo Vianna (MDB) ou  possível apoio a Caio Vianna (PDT), afiançou a posição do MDB, desde que com sua condução. “Primeiro devo dizer que não serei candidato a nada, e que temos o melhor nome, Arnaldo Vianna. O processo passa por ele. A conversa que tive, enquanto dirigente partidário com Caio, foi muito lúcida e primeiro passa por uma aliança programática e pensamos igual. Ultrapassando a aliança programática caminharemos para a eleitoral, e vencida a eleitoral, quer seja com o candidato do MDB, do PDT ou de outros partidos que estarão nessa aliança, é natural que quem tem todo esse arcabouço e vença a eleição, governe junto. O que posso garantir é que há um projeto, um grupo político que sustentará esse projeto. O isolamento não é bom. Nem sempre um bom candidato se converte num bom gestor”, declarou Pudim.

Questionado do que tem acompanhado do governo Rafael Diniz e qual a avaliação faz, foi enfático em colocar o nome do ex-governador Garotinho como fantasma do atual governo.

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“Tenho pelo prefeito um carinho e respeito por sua trajetória vinculada ao pai (Sérgio Diniz), que foi meu professor, seu avô (Zezé Barbosa), com quem tive sempre respeitoso relacionamento, mesmo em caminhos distintos. Mas Rafael (Diniz) não conseguiu se desencarnar do fantasma chamado Garotinho. Com isso, ficou e está durante esse tempo de quase dois anos e meio apresentando as justificativas para seu governo não andar, e como prefeito não encontrou solução para os graves problemas que afetam a cidade e principalmente o cidadão na saúde, geração de emprego, transporte público e outros mais”.

Ainda faltando um ano e meio praticamente para a próxima disputa eleitoral que definirá os novos gestores na Prefeitura e vereadores, Pudim destaca que “a onda está vindo novamente, a questão agora é que contrária. Eleição é uma surpresa e ele (Rafael Diniz) foi uma, eleito no 1º turno com o voto anti-Garotinho, e surpresas existem. O mesmo veneno que liquidou o grupo dos ex-governadores na última eleição, é o mesmo que pode pegar ele”.

Sobre o possível convite que teria recebido para estar no governo do atual prefeito, negou veementemente que tenha sido convidado. “Em absoluto. Nunca fui convidado, e não aceitaria, pareceria oportunismo de minha parte, e também não me vejo em um governo que segue dando sinais de não ter condições de conviver com o fantasma Garotinho”, finalizou.

A nova executiva do partido, em Campos, tem Leandro Castelar, assessor do vereador Silvinho Martins; Igor Martins, sobrinho do vereador; a irmã do vereador, Aparecida Martins, que atua na capital do Rio de Janeiro ao lado de Leonardo Picciani, e hoje ligada com a família Reis. Como secretário do partido, o ex-deputado Fernando Leite, que é membro go governo Rafael Diniz, na superintendência de cultur

Fonte: Ururau/Leandro Nunes

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