Frango, boi e suíno vivos em junho e no primeiro semestre

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Frango, boi e suíno vivos em junho e no primeiro semestre

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28/06/2018 às 12h27

Reprodução
Não fosse a greve dos caminhoneiros, é provável que frango e suíno tivessem o mesmo comportamento do boi: preços em relativa estabilidade

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Mesmo sendo preliminares, os valores relativos a junho corrente possibilitam visualizar os efeitos da greve dos caminhoneiros sobre a produção animal. Ou seja: o frango – sem dúvida, o mais afetado – registrou incremento de preço de, praticamente, 30%; já o preço do suíno, medianamente afetado, teve a metade desse aumento (15,22%). E o boi, pouco afetado, manteve a marcha normal, seu preço permanecendo praticamente estável (redução de 0,78%).

Não fosse a greve, é provável que frango e suíno tivessem o mesmo comportamento do boi: preços em relativa estabilidade, mas já apresentando tendência de alta em relação ao mês anterior. Tal perspectiva aplicava-se, sobretudo, ao frango, cuja produção vinha em queda. Não foi por menos que, ainda em maio, antes mesmo da paralisação nacional, seu preço já sinalizava valorização em relação ao mês anterior. A greve apenas exacerbou essa valorização, mas artificialmente. Tanto que, neste final de junho, seus preços vêm retornando a bases consideradas mais lógicas.

Naturalmente, os ganhos de junho se diluem totalmente quando, em vez do mês, se analisam os resultados do semestre. O frango vivo permanece com um valor médio inferior ao do primeiro semestre de 2017 e 2016 (queda de, respectivamente, 2,89% e 7,29%). Só registra vantagem em relação ao mesmo período de 2015. Mas mesmo esse ganho (de 7,50%) é nominal, continua aquém da inflação que, em três anos, acumula variação de 17%.

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Nota-se que, além do boi, também milho e farelo de soja sofreram redução de preço no mês. Mas isso se deve menos à greve do que à conjuntura internacional que envolve essas duas commodities. De toda forma, as baixas sofridas não alteram o panorama de preços dessas matérias-primas. E, aqui, o avançar mais flagrante é o do milho – que apresenta redução somente em relação aos recordes de 2016. Logo, neste semestre o milho esteve 24,56% e 46,05% mais caro que em idênticos períodos de 2017 e 2015. O que, ressalte-se, não deve modificar-se daqui para frente.

Fonte: Portal do Agronegócio


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