O que é arritmia cardíaca: causas, sintomas e tratamentos

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Quarta-feira, 17 de julho de 2019
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Saúde

O que é arritmia cardíaca: causas, sintomas e tratamentos

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09/07/2019 às 15h57

Reprodução
Esse problema ? uma desbalanço no ritmo do coração ? pode ser causa ou consequência de outras doenças.

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A arritmia cardíaca é uma condição caracterizada pela falta de ritmo nos batimentos do coração. Ela pode ser sintoma de algum problema (físico ou psicológico) para o organismo ou fruto de um desequilíbrio do próprio órgão.

Dentro das arritmias, existem as taquicardias (quando o ritmo é acelerado) e as bradicardias (quando a cadência é lenta demais). Ambas podem se agravar e levar ao colapso do coração.

O quadro cobra investigação médica, porque compromete o bombeamento do sangue para o corpo e chega a levar, em casos extremos, à morte súbita. A arritmia cardíaca mais prevalente na população é a fibrilação atrial, marcada por uma falha na condução dos estímulos elétricos que fazem o músculo cardíaco bater.

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Aí, em vez de contrair e relaxar, o órgão fibrila, ou seja, fica apenas tremendo.

Sintomas da arritmia cardíaca

•    Palpitações no coração, que duram de segundos a semanas
•    Queda de pressão
•    Fadiga
•    Falta de ar
•    Desmaios
•    Enjoos e vertigem


Fatores de risco

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•    Tabagismo
•    Sedentarismo
•    Sobrepeso e obesidade
•    Apneia do sono
•    Exageros na ingestão de bebidas alcoólicas
•    Distúrbios de tireoide
•    Hipertensão
•    Diabetes
•    Estresse
•    Predisposição genética

A prevenção

Apesar de a genética influenciar a predisposição a arritmias, cortar alguns fatores de risco, caso do cigarro, do abuso de álcool e do ganho de peso, e controlar outros (como diabetes e hipertensão) diminui a probabilidade de o coração ficar com os batimentos desgovernados. O essencial, portanto, é manter uma rotina ativa e equilibrada, sem muitos exageros aos finais de semana.

A alimentação também pode interferir nesse contexto, já que o músculo cardíaco depende de minerais como potássio, magnésio e cálcio para bater na cadência ideal. Portanto, aconselha-se investir em um menu recheado de frutas, verduras, legumes, grãos e cereais, além de laticínios magros.

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O diagnóstico

Um coração saudável bate entre 60 e 80 vezes por minuto. Se esse ritmo cai ou se eleva com muita frequência, ou se a pessoa apresenta sintomas significativos como enjoo e tontura, é hora de procurar um médico.

No consultório, o cardiologista investigará a história do paciente, fará o exame físico e poderá recorrer ao eletrocardiograma, exame focado na cadência dos batimentos do coração.

Se houver necessidade, outros exames, como o ecocardiograma (uma espécie de ultrassom do coração) e o teste ergométrico, que avalia o desempenho do órgão em uma prova de esforço físico na esteira, podem ser convocados.
 

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O tratamento

Intervir na origem da arritmia costuma ser o ponto crucial para cessar a falta de ritmo nos batimentos cardíacos e os sintomas que surgem com ela.
Exemplo: se é um distúrbio de tireoide que faz o coração acelerar (ou ficar mais lento), resolver o problema costuma ser suficiente para devolver a cadência certa ao músculo cardíaco.

Em muitos casos, porém, um tratamento específico precisa entrar em cena. O cardiologista poderá receitar medicamentos antiarrítmicos para regular o baticum no peito.

No caso de doenças como a fibrilação atrial, outras drogas costumam ser indicados, como os anticoagulantes, já que essa condição pode fazer com que o sangue estacione em apêndices do coração, gerando coágulos que viajam pela circulação e entupem vasos — o estopim para acidentes vasculares cerebrais (AVCs), por exemplo.

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Em algumas situações, cirurgias ou procedimentos mais invasivos como ablação são necessários para ajustar falhas na condução dos estímulos elétricos no músculo cardíaco. Por fim, eliminar fatores de risco como o tabagismo, manter uma rotina de exercícios físicos e adotar uma dieta balanceada compõem o plano terapêutico para evitar complicações da arritmia.

Fonte: R7 Saúde


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