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Saúde

03 de fevereiro de 2012 · 12:00

Estimule a concentração das crianças com algumas brincadeiras

Divulgação

Divirta o seu filho com opções mais saudáveis que vídeo game e TV

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Os pais que nunca enlouqueceram porque o filho não parava quieto que atirem a primeira pedra. A hiperatividade é cada vez mais comum nos pequenos. Vivemos em um mundo em que várias coisas acontecem ao mesmo tempo e a criança convive com isso desde que nasce: é muito estimulada e impressionada a todo o momento. Essa pressão pode provocar dificuldade de concentração, agitação e até comportamento hiperativo.


O mestre em Psicologia pela Unesp de Assis Fábio Sagula conta que, ao brincar, a criança desenvolve recursos para lidar com os desafios da realidade.


"Por isso, é muito importante que ela direcione esses sentimentos a uma atividade que 'segure' esse turbilhão", diz.


Saiba quais são as brincadeiras mais recomendadas por especialistas para estimular a criatividade e o foco do pequeno. 


Eletrônicos e brincadeiras na medida certa


A rapidez das novas tecnologias de entretenimento  como internet, videogame e televisão  é uma das maiores responsáveis por esse "super estímulo" nas crianças.


Segundo o psicólogo Fábio Sagula, o cérebro da criança que fica imersa em atividades muito rápidas começa a funcionar em um ritmo também acelerado. Isso dá a sensação de que focar a atenção em algo por um período mais prolongado é "perda de tempo", fazendo com que o pequeno não consiga passar horas se dedicando a apenas uma atividade.


O especialista afirma, no entanto, que games e internet não precisam ser abolidos da vida do filho, pois fazem parte dos artefatos de nossa cultura. "O que é necessário é utilizá-los com moderação", aconselha. 


Pular amarelinha


Por não exigir materiais caros ou nenhum tipo de tecnologia avançada, essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço ou situação. "Esse jogo auxilia a criança na coordenação motora, na socialização, no desenvolvimento de tolerância à frustração e no contato com limites e regras", conta o psicólogo Fábio Sagula.


Jogos de tabuleiro


Jogos que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planejada, sistemática e ordenada. "Eles ajudam a criança a não agir de maneira impulsiva", conta a pedagoga Silvânia Assis, do Colégio Pitágoras.


"Alguns jogos, além de auxiliarem na concentração e tolerância à frustração, oferecem uma riqueza simbólica enorme, fazendo com que a criança experimente como é desempenhar papéis diferentes, como comandantes, princesas, reis, banqueiros etc.", afirma o psicólogo Fábio.


Teatrinhos e faz de conta


Montar com seu filho um teatro de fantoches pode ocupar uma tarde inteira e ainda estimular o que a criança tem de sobra: a criatividade. "Nestas atividades, as crianças conseguem imitar situações reais sem fronteiras", explica a pedagoga Silvânia Assis. 


Dessa forma, as crianças que não conseguem satisfazer as suas necessidades no mundo dos adultos encontram o equilíbrio afetivo e intelectual nessas representações, que também são ótimas para ajudar na educação do pequeno.


Jogos de mímica


Mímica também é outra brincadeira que pode render várias horas de diversão. Os especialistas explicam que esse jogo estimula a criança a pensar em representações e fazer associações de palavras, facilitando os processos cognitivos. "A questão é encontrar algo que faça sentido para a criança e, junto com isso, criar uma brincadeira", aconselha o psicólogo Fábio. "Personagens ou temáticas atuais podem ser utilizadas para a elaboração de brincadeiras e encenações."


Jogos de montar


Os jogos de montar estimulam a agilidade, imaginação e comunicação. As crianças nessas situações têm a oportunidade de construir, montar, desfazer e analisar. Esses jogos desenvolvem competências, atitudes e habilidades de maneira lúdica e eficiente.


Brincadeiras em grupo


Envolver uma equipe é uma boa estratégia para estimular a criança a pensar de forma independente. "Os jogos em grupo propiciam agilidade mental, iniciativa e curiosidade, fazendo com que a criança tenha que discutir para decidir sobre regras de ganhar e perder", diz a pedagoga Sílvia.


Importante!


Lembre-se que o segredo é encontrar uma atividade que seja do interesse da criança, com algum tema que lhe agrade, sempre com muita interatividade e diversão. "Assim, ela passará horas empenhada em desenvolver a brincadeira, em vez de enjoar rapidamente e desistir de jogar", conta o psicólogo Fábio Sagula.

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