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Mauro de Souza/Divulgação
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02 de fevereiro de 2012 · 16:24
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Algumas doenças, quando em condições favoráveis, podem ocasionar perdas significativas
Os sojicultores do Centro-Oeste do Brasil devem ficar atentos às chuvas que caem na região nesta época do ano. Com as águas, aumenta o risco de ocorrência das doenças fúngicas, que estão entre os principais fatores que limitam a obtenção de rendimentos elevados. A importância econômica de cada enfermidade varia de ano para ano e de região para região, dependendo das condições climáticas de cada safra. Algumas doenças, quando em condições favoráveis, podem ocasionar perdas significativas.
O pesquisador Angelo Sussel, da Embrapa Cerrados (Planaltina/DF), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), explica que a sucessão de dias chuvosos com precipitações acentuadas, associada à alta umidade do ar, favorece a ocorrência de epidemias como a mancha-alvo, antracnose, ferrugem, mofo-branco e doenças de final de ciclo, como a mancha-parda e a mancha-púrpura, ou crestamento foliar. “Isso exige maior atenção dos produtores quanto ao monitoramento”, explica Sussel.
Ele salienta que todo processo de manejo de pragas e doenças começa com a escolha da variedade a ser cultivada, dando-se preferência àquelas que apresentem resistência genética e melhor adaptação ao local de cultivo. As práticas culturais são o segundo ponto a ser levado em conta, observando-se a correção do solo, a irrigação, a densidade de plantas, a utilização de sementes certificadas e o tratamento destas, o momento certo de aplicação dos defensivos e a escolha correta dos fungicidas a serem aplicados.
No caso da ferrugem, monitorar a severidade da doença é a prática de maior importância no manejo durante todo o ciclo da cultura. “Nesse sentido, o treinamento do produtor e da mão-de-obra que executará o serviço, aliados à observação do clima e dos sistemas de alerta, permitirão definir o momento correto da aplicação dos fungicidas, aumentando assim sua eficiência”, explica Sussel.
Já doenças como cancro-da-haste, mancha-olho-de-rã e pústula-bacteriana são vistas em menor proporção no campo devido à ampla utilização de variedades resistentes desenvolvidas pelos programas de melhoramento no Brasil. Mas o pesquisador explica que quando não se conhece a base genética das sementes que estão sendo plantadas, corre-se o risco de utilizar material desenvolvido sem os genes de resistência para essas doenças. Isso pode levar a epidemias de enfermidades antes tidas como secundárias, o que exige aplicações de fungicidas que seriam desnecessárias caso fossem utilizadas sementes certificadas.
Atualmente, o mofo-branco tem sido motivo de preocupação entre os produtores. O uso de sementes certificadas nas áreas de plantio evita a introdução da nova doença. Isso vale não apenas para as sementes de soja, mas também para as sementes de feijão, algodão, girassol e de plantas utilizadas na adubação verde, como o nabo forrageiro. “Além da rotação de culturas e utilização de forrageiras para proteção de solo e formação de barreira física contra a dispersão do fungo, o controle biológico é outra ferramenta disponível para o manejo do mofo-branco, com a utilização do fungo Trichoderma, visando reduzir a viabilidade dos escleródios [estruturas de resistência do mofo-branco], não permitindo que eles germinem, esporulem e infectem novas plantas”, acrescenta Sussel.
Entretanto, o pesquisador enfatiza que o melhor manejo é impedir a entrada do mofo-branco na área. Similar ao mofo-branco, a mancha-alvo vem apresentando crescente severidade nos últimos anos, causando, em algumas regiões, perdas semelhantes às da ferrugem. Aliado às condições favoráveis à ocorrência das duas doenças, o número reduzido de fungicidas para o controle dificulta a rotação de princípios ativos, prática fundamental para evitar a seleção de indivíduos resistentes ao produto químico.
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VALORES CAMPOS/RJ
Campus Dr. Leonel Miranda - UFRRJ
AÇÚCAR
29/3/2012
Valor R$ 56,13
Var./Dia: 0,14%
* Sacos de 50kg, com impostos, Posto Veículo Usina (PVU).
* CANA-DE-AÇÚCAR
Feveiro/12 - 2ª Quinzena
- Valor ATR (R$/Kg)
R$ 0,5423
- Valor (R$/t)
R$ 60,5988
- Var./Dia: ** -3,22%
* Valor básico esteira
** Variação quinzenal
(Convênio UFRRJ-FAPUR/ASFLUCAN/Unidades Industriais do Estado do Rio de Janeiro).
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VALORES SÃO PAULO
AÇÚCAR CRISTAL
29/03/2012
Preço SP
- Valor R$ 58,08
- Var./Dia: 0,48%
* por sc de 50Kg, com impostos, sem frete.
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BEZERRO
29/03/2012
- Valor R$ 704,15
- Var./Dia: -0,64%
* valor por unidade - descontado o prazo de pagamento pela taxa CDI.
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BOI
29/03/2012
- Valor R$ 94,77
- Var./Dia: 0,16%
* por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP.
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CAFÉ
29/03/2012
- Valor R$ 371,96
- Var./Dia: -1,90%
* por saca de 60kg líqüido, bica corrida, tipo 6, bebida dura para melhor, valor descontado o Prazo de Pagamento pela taxa da NPR, posto na cidade de São Paulo.
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FRANGO
- Resfriado
29/03/2012
- Valor R$ 2,72
- Var./Dia: 0,37%
* Atacado, média (R$/kg) das regiões de São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
- Congelado
29/03/2012
- Valor R$ 2,70
- Var./Dia: -0,37%
* Atacado, média (R$/kg) das regiões de São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
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ETANOL
- Hidratado Combustível
19/03 à 29/03/2012
R$ 1,2099/litro
* Sem frete, sem impostos
19/03 à 29/03/2012
- Anidro Combustível
R$ 1,2807/litro
* Sem frete, sem impostos
- Hidratado (Outros Fins)
19/03 à 29/03/2012
R$ 1,2421/litro
* Sem frete, sem impostos
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MILHO
29/03/2012
- Valor R$ 27,43
- Var./Dia: 0,96%
* À vista por saca de 60 kg, descontando o prazo de pagamento pela taxa CDI/CETIP.
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SUÍNO
29/03/2012
- Valor média R$ 2,12
- Var./Dia: -4.64%
- Valor mín. R$ 1,96
- Valor máx. R$ 2,32
* Preço recebido pelo produtor R$/kg sem ICMS.
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TRIGO
(Ref. Estado PR)06
29/03/2012
- Valor R$ 463,29
- Var./Dia: -0,07%
* Preço por tonelada, mercado disponível, à vista (valor a prazo é descontado pela taxa NPR).
FONTE: Cepea

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