Na manhã desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2026, uma escola na região central de Teerã foi alvo de um brutal bombardeio, resultando na morte de mais de 80 crianças. O ataque ocorreu durante uma operação militar conjunta de Estados Unidos e Israel, conforme anunciado por líderes dos dois países.
Enquanto corpos de crianças eram retirados dos escombros, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou sem remorso: “Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar as ameaças ao Estado israelense”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, por sua vez, classificou o governo iraniano como “regime assassino”, justificando a violência como necessária para evitar que o Irã desenvolva armas nucleares.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumiu publicamente a autoria da “grande operação militar”, afirmando que o objetivo era “proteger o povo americano e neutralizar ameaças iminentes”. Em mensagem direta ao povo iraniano, Trump disse que “a liberdade está próxima” e exigiu que os cidadãos “tomem o controle do governo”, enquanto ameaçava a Guarda Revolucionária Islâmica com “morte certa” caso resistissem.
Trump não escondeu o custo humano de suas ações: “Isso acontece frequentemente em guerras”, declarou, minimizando a morte de civis e crianças. O presidente americano reafirmou o compromisso de “destruir o arsenal de mísseis do Irã” e garantir que o país nunca tenha uma arma nuclear, mesmo que para isso seja necessário bombardear escolas.
Na manhã desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2026, uma escola na região central de Teerã foi alvo de um brutal bombardeio, resultando na morte de mais de 80 crianças. O ataque ocorreu durante uma operação militar conjunta de Estados Unidos e Israel, conforme anunciado por líderes dos dois países.
Enquanto corpos de crianças eram retirados dos escombros, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou sem remorso: “Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar as ameaças ao Estado israelense”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, por sua vez, classificou o governo iraniano como “regime assassino”, justificando a violência como necessária para evitar que o Irã desenvolva armas nucleares.
A morte de 80 crianças em uma escola, vítimas de uma operação militar de EUA e Israel, expõe a face mais cruel da geopolítica moderna. Enquanto líderes ocidentais falam em “segurança” e “prevenção”, o sangue de inocentes mancha as mãos daqueles que se autoproclamam “defensores da democracia”.
Quem são os verdadeiros criminosos? Quem será o próximo alvo? E até quando o mundo permitirá que crianças paguem o preço da ambição e da violência de poucos?
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