Segunda-feira, 30 de março de 2026
Economia

Sindipetro-NF ouviu trabalhadores ligados às unidades P-26 e P-33 no Porto do Açu

Sindicato atua contra alterações que podem afetar saúde e emprego no setor petrolífero

Por Fabrício Freitas
30/03/2026 às 12h05

Sindipetro-NF reúne trabalhadores das unidades P-26 e P-33 no Porto do Açu para discutir mudanças no regime de trabalho. / Foto: Divulgação

Dirigentes do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) estiveram nesta semana no Porto do Açu, em São João da Barra, para dialogar com trabalhadores ligados às unidades P-26 e P-33. A visita ocorreu após relatos sobre tentativas de alteração no regime de trabalho, com possíveis impactos na escala e na remuneração.

Segundo o sindicato, as mudanças não foram previamente negociadas, o que gerou preocupação entre os trabalhadores. A ida ao local teve como objetivo ouvir os profissionais, reunir informações e fortalecer a atuação da entidade nas negociações em curso com a empresa.

Pedido de suspensão

De acordo com o coordenador do Sindipetro-NF, Sergio Borges, já houve reunião com o setor de Recursos Humanos, na qual foi solicitada a suspensão imediata de qualquer alteração até que o tema seja discutido formalmente. A iniciativa teve efeito inicial, e a implementação das mudanças foi temporariamente adiada.

“Viemos ouvir os trabalhadores, entender a realidade de cada unidade e reunir subsídios para fortalecer nossa atuação. Não aceitaremos mudanças que prejudiquem direitos já estabelecidos, como o regime de trabalho e a remuneração”, afirmou.

Relatos e preocupações

Os relatos apurados durante a atividade também apontam preocupações com a falta de diálogo prévio e com possíveis impactos na rotina dos trabalhadores. No caso da P-33, a escala atual vem sendo mantida desde 2024, sem previsão de alteração nas negociações do acordo coletivo.

O sindicato avalia que mudanças no regime de trabalho podem afetar a organização da vida pessoal e o bem-estar dos profissionais, além de levantar questionamentos sobre condições de segurança.

O Sindipetro-NF informou que seguirá acompanhando a situação e ampliando o diálogo com outros grupos de trabalhadores. Caso não haja avanço nas negociações, a entidade não descarta encaminhar denúncias aos órgãos competentes.

Fonte: Redação

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