Sexta-feira, 13 de março de 2026
Opinião

Jornal Estadão acusa empresa de Donald Trump de fraude na construção de hotel no Rio

Projeto do Trump Hotel no Rio foi alvo de acusação de fraude em reportagem

Por Fabrício Freitas
13/03/2026 às 13h15

Reportagem cita irregularidades em obra do Trump Hotel iniciada em 2013 no Rio / Foto: Montagem Ururau

O jornal O Estado de São Paulo acusou a empresa do atual presidente dos Estados Unidos da América de fraude e outras irregularidades praticadas no Rio de Janeiro, no ano de 2013, na construção de um hotel chamado Trump Hotel (AQUI). Evidente que o nome do hotel e o negócio se confundem com a pessoa do presidente dos Estados Unidos, em razão da própria teoria da desconsideração da pessoa jurídica nesses casos, à época intermediado pelo neto do ex-presidente do Brasil João Batista de Oliveira Figueiredo, um presidente sério que governou o Brasil.

Também, pelo direito brasileiro, o próprio nome da empresa se confunde com o atual presidente estadunidense. A vindita se iniciou em razão de desentendimentos entre o presidente do BTG Pactual, o banqueiro André Esteves, que teria sido apontado pelo ex-governador do estado do Rio como a pessoa que alimenta a mídia corporativa com notícias manifestamente inverídicas contra autoridades da Suprema Corte do Brasil.

Rosinha Garotinho, que seria prefeita de Campos no ano de 2013, oportunidade em que houve investimento da Previcampos (fundo de pensão de Campos), que tem e sempre teve ordenador de despesas independente.

A acusação do jornal à empresa de Donald Trump merece uma resposta da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, para se posicionar a respeito do tema, que ao menos aparentemente é grave.

Esteves ajuizou nos últimos dias um pedido de explicações contra Garotinho. Evidente que tinha o propósito de intimidar o ex-governador e dar munição aos seus jornalistas pagos a peso de ouro. Todavia, o próprio Ministério Público, ao se manifestar nos autos da interpelação, foi claro e preciso ao afirmar que não existia qualquer dúvida quanto às precisas alegações de Garotinho. Ou seja, ele, se quiser, pode entrar com a ação direta, sem a necessidade de qualquer explicação, segundo o próprio Ministério Público revelou no parecer.

Evidente que Esteves teme ficar frente a frente com Garotinho no tribunal. O assunto pode ficar ainda mais carregado para o banqueiro, que tenta derrubar ministros do Supremo. Se Esteves propuser ação por calúnia, corre o risco da exceção da verdade de Garotinho.

É difícil saber quais são as cartas na manga de Garotinho.

Fonte: Fabricio Freitas

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