Um caso grave de agressão denunciada contra uma criança autista dentro de uma escola particular em Campos dos Goytacazes está sendo investigado pela 134ª Delegacia de Polícia. O episódio aconteceu no dia 17 de março e gerou revolta entre familiares, após o menino de 6 anos, diagnosticado com autismo nível 3 de suporte e não verbal, retornar para casa com marcas de violência.
De acordo com a mãe, Anna Caroline, o filho foi levado normalmente para a escola, como de costume. No entanto, ao buscá-lo, não recebeu qualquer informação sobre intercorrências. Já em casa, ao preparar o banho da criança, ela percebeu marcas no rosto e hematomas roxos na região da cintura, em ambos os lados, além de sinais que indicariam contenção física.
Diante da situação, a mãe retornou imediatamente à unidade escolar localizada na Rua Max de Vasconcelos, em busca de explicações, mas não encontrou a direção nem o mediador responsável pelo acompanhamento do aluno. No dia seguinte, ao voltar à escola, foi informada de que as imagens das câmeras de segurança haviam sido encaminhadas ao setor jurídico e seriam entregues diretamente à polícia, sem acesso prévio da família.
O caso foi registrado na 134ª DP, onde segue em investigação. A mãe também formalizou denúncia junto ao Ministério da Educação e à Secretaria de Educação, com o objetivo de esclarecer o que ocorreu dentro da escola e identificar os responsáveis pelas lesões.
Em contato com a equipe do Ururau, a mãe afirmou que a escola não apresentou nenhuma explicação oficial sobre o ocorrido. Segundo ela, a unidade apenas informou que as imagens seriam entregues à delegacia.
A responsável também relata que acredita ter havido negligência e falta de cuidado. Ela afirma que não acredita que ninguém tenha percebido a situação dentro da escola, levantando a hipótese de que a criança possa ter sido levada para um local isolado durante o ocorrido.
Sobre possíveis responsáveis, a mãe disse que ainda não teve acesso às imagens e, por isso, não pode afirmar com certeza quem cometeu a agressão. No entanto, ela levanta suspeita sobre o mediador da criança, destacando que o profissional teria sido desligado da instituição no mesmo dia do episódio.
Após o ocorrido, a família percebeu mudanças no comportamento do menino, que passou a apresentar insônia, maior agitação e episódios de choro. Segundo a mãe, mesmo com os esforços para proteger a criança, o impacto emocional da situação é evidente.
Familiares relatam que as marcas no corpo da criança não seriam compatíveis com uma tentativa de contenção adequada, mas sim com sinais de agressão. O menino, que não possui comunicação verbal, não consegue relatar o que aconteceu, o que torna o caso ainda mais delicado.
A equipe do Ururau entrou em contato com a escola em busca de esclarecimentos, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
A família afirma que seguirá tomando todas as medidas legais para que o caso seja esclarecido e os responsáveis responsabilizados.
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