O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou 12 pessoas por envolvimento em um esquema milionário de lavagem de dinheiro proveniente de golpes virtuais em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A denúncia foi apresentada pelo Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos do MPRJ, o CyberGAECO, e aponta que o grupo movimentou mais de R$ 120 milhões obtidos por meio de crimes patrimoniais, especialmente estelionatos.
De acordo com a ação penal, a maior parte dos denunciados pertence a um mesmo grupo familiar suspeito de gerenciar esquemas de golpes virtuais de grande alcance. As investigações identificaram práticas como clonagem de cartões bancários, criação de sites falsos de vendas online e outras fraudes utilizadas para enganar vítimas em diferentes regiões.
Segundo o MPRJ, o denunciado W. A. F. e a empresa WD Reciclagem Ltda são apontados como o ponto de ligação entre o grupo familiar formado pelos denunciados e outros integrantes responsáveis pela movimentação dos valores. O esquema contava com divisão de funções e uso de empresas para dar aparência de legalidade às operações financeiras.
Ainda conforme a denúncia, L. F. P. A. atuava como braço direito de um dos líderes do grupo e também como laranja, exercendo papel estratégico dentro da organização criminosa. Outros denunciados, identificados pelas iniciais J. A. C., M. M. P. e D. T. S., recebiam e repassavam valores, além de cederem seus nomes para o registro de bens e contas bancárias.
Para dificultar o rastreamento da origem dos recursos, os denunciados fracionavam transações, utilizavam empresas e adotavam diferentes estratégias financeiras. O volume de dinheiro movimentado chamou a atenção dos investigadores. Uma das denunciadas, identificada pelas iniciais C. S. C. M., movimentou cerca de R$ 15 milhões entre os anos de 2019 e 2022. Somente no mês de agosto de 2022, foram mais de R$ 6 milhões em movimentações financeiras, apesar de possuir renda mensal declarada incompatível com os valores transacionados.
O MPRJ destacou que o esquema apresentava alto grau de organização e estrutura financeira, com atuação coordenada entre os integrantes. A denúncia será analisada pela Justiça, que decidirá sobre o recebimento da ação penal e o prosseguimento do processo.
Os denunciados citados na investigação são identificados pelas iniciais W. A. F., M. N. F., D. N. F., J. V. F. A., C. B. V., A. A. F., F. G. R. S. J., C. S. C. M., L. F. P. A., J. A. C., M. M. P. e D. T. S.
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