Uma operação internacional coordenada pelas autoridades da Argentina derrubou neste fim de semana mais de 30 plataformas de streaming pirata. Entre os serviços afetados está o My Family Cinema, popular no Brasil por oferecer acesso ilegal a filmes e séries por assinatura mensal.
A ação teve apoio de entidades de combate à pirataria, como a Alianza Contra la Piratería Audiovisual (ALIANZA), e impactou diretamente o público brasileiro.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os serviços estavam hospedados em servidores argentinos, o que explica o reflexo imediato no país.
“É importante que o consumidor brasileiro utilize apenas serviços regulares e licenciados”, reforçou a Anatel em comunicado.
Além do My Family Cinema, outras plataformas com nomes alternativos, como Eppi TV e Yoon Cinema, também deixaram de funcionar.
Usuários relataram nas redes sociais e no Reclame Aqui que perderam acesso aos aplicativos e não receberam qualquer aviso ou suporte — muitos afirmam que pagaram planos anuais e não terão reembolso.
O perfil do My Family Cinema no Reclame Aqui já acumula 190 reclamações sem resposta, e a página está marcada como “não recomendada” pela plataforma.
A Anatel confirmou que o bloqueio partiu de ordem judicial argentina, mas adiantou que novas ações estão previstas para os próximos meses.
O objetivo é reduzir o mercado paralelo de streaming e TV Box pirata, que cresce no país e movimenta milhões de reais por ano de forma ilegal.
A agência também alerta que dispositivos não homologados, como TV Box importadas, representam riscos de segurança digital, podendo conter malwares e programas espiões capazes de roubar senhas e dados bancários.
Nos últimos meses, a Anatel tem investido em projetos tecnológicos para identificar e derrubar sinais ilegais.
Em 2024, o órgão criou o Hackathon TV Box, um concurso que premiou desenvolvedores com até R$ 7 mil por soluções capazes de detectar e bloquear aparelhos clandestinos conectados à internet.
Essas medidas fazem parte de uma estratégia internacional de combate à pirataria audiovisual, que envolve cooperação técnica com órgãos estrangeiros e campanhas de conscientização para o público.
Segundo o órgão regulador, o consumo de plataformas piratas não só viola direitos autorais, mas também expõe o usuário a fraudes e ataques cibernéticos.
“Serviços muito baratos e sem registro oficial costumam ser iscas para roubo de dados e golpes online”, afirmou a Anatel.
O órgão recomenda que os consumidores optem sempre por serviços licenciados e desconfiem de ofertas com valores muito abaixo do mercado.
Até o momento, mais de 30 plataformas piratas seguem fora do ar.
O My Family Cinema e serviços similares permanecem inacessíveis, e nenhuma compensação foi anunciada aos usuários.
Autoridades brasileiras e argentinas devem manter a cooperação para novas operações até o fim do ano.
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