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Polícia Civil realiza operação contra venda clandestina de canetas emagrecedoras

Ação mira grupo suspeito de distribuir medicamentos para emagrecimento sem controle sanitário.

Por Fabrício Freitas
09/06/2026 às 10h25

Polícia Civil combate venda clandestina de canetas emagrecedoras em academias. / Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta terça-feira (9) mais uma fase da Operação Mounjaro, que investiga a comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento. A ação é coordenada pela Delegacia do Consumidor (Decon) e tem como alvo uma organização suspeita de distribuir as chamadas canetas emagrecedoras em academias das zonas Oeste e Sul da capital fluminense.

Durante a quarta etapa da operação, agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Campo Grande, Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca, além de um imóvel na cidade de São Paulo. O objetivo é reunir provas que possam ampliar as investigações e identificar outros envolvidos no esquema.

Segundo a Polícia Civil, a apuração começou após um trabalho de inteligência que monitorou redes sociais e identificou um homem apontado como um dos principais responsáveis pelo fornecimento irregular dos medicamentos. As investigações indicam que os produtos eram comercializados sem garantia de origem, armazenamento adequado ou autorização dos órgãos de controle sanitário.

Os policiais buscam apreender aparelhos eletrônicos, documentos, registros financeiros, medicamentos e outros materiais que possam ajudar a esclarecer o funcionamento da rede investigada.

A Operação Mounjaro faz parte de uma série de ações voltadas ao combate da venda ilegal e da aplicação irregular de medicamentos utilizados para perda de peso. As autoridades alertam que a aquisição de produtos sem procedência pode representar riscos à saúde e expor consumidores a substâncias sem controle de qualidade.

A investigação prossegue para identificar toda a cadeia de distribuição e eventual participação de outras pessoas no esquema criminoso.

Fonte: Redação

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