Um caso grave ocorrido durante o show do cantor Mumuzinho, no último fim de semana, em São João da Barra, tem circulado intensamente entre moradores e comerciantes locais, mas ainda não recebeu a devida atenção da imprensa regional. Trata-se de uma denúncia de violência sexual contra uma menina de 12 anos, filha de um ambulante que trabalhava no evento.
Segundo relatos que circulam na cidade e imagens que teriam sido registradas no local, a criança teria sido abordada após sair de um banheiro público no balneário e levada para uma área afastada, onde ocorreu a violência. O caso, de extrema gravidade, envolve crime contra menor e exige resposta imediata e rigorosa das autoridades.
O que causa ainda mais indignação entre moradores é a percepção de que o suspeito do crime não estaria sendo tratado com a urgência e a transparência que a situação exige. Há relatos de omissão, silêncio institucional e falta de informações oficiais claras, o que alimenta a sensação de impunidade e abandono das vítimas.
A indignação cresce em um município que já convive com críticas recorrentes à atuação do poder público diante de casos sensíveis. Para muitos moradores, o episódio reforça a imagem de uma cidade onde interesses políticos e relações de poder parecem se sobrepor à proteção de crianças e adolescentes.
Diante desse cenário, cresce a expectativa em relação ao Judiciário local. A recente chegada de um novo juiz à comarca reacende a esperança de que o caso seja tratado com a seriedade, independência e rigor que a lei exige. A população cobra que o sistema de Justiça atue para garantir proteção à vítima, investigação transparente e responsabilização efetiva, sem interferências políticas ou corporativas.
Casos como este colocam São João da Barra diante de uma encruzilhada moral e institucional. Ou o município rompe com práticas de silêncio e tolerância, reafirmando o compromisso com a lei e com a dignidade humana, ou continuará convivendo com a descrença, o medo e a sensação de que o poder protege quem não deveria ser protegido.
Quando uma criança é vítima, não há espaço para relativizações, conveniências políticas ou omissões. O que está em jogo não é apenas a punição de um crime, mas a credibilidade das instituições e o direito básico de uma comunidade viver sob a proteção da Justiça.
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