Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Polícia

STJ mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro e confirma pena de oito anos

Decisão confirma pena de oito anos de prisão em regime semiaberto

Por Fabrício Freitas
23/01/2026 às 17h17

STJ mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro em São Paulo / Foto: Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação do arquiteto e ex-participante do Big Brother Brasil Felipe Prior pelo crime de estupro, ocorrido em 2014, na cidade de São Paulo. A decisão confirma a pena de oito anos de prisão, a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, reforçando o entendimento das instâncias anteriores sobre a responsabilização penal no caso.

O processo teve origem em fatos registrados após uma festa universitária, quando, segundo a denúncia, a vítima teria aceitado uma carona oferecida por Prior e, posteriormente, foi violentada enquanto se encontrava alcoolizada e sem plena capacidade de resistência. A Justiça considerou consistentes os elementos apresentados ao longo da investigação e do julgamento.

A condenação já havia sido revista pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que aumentou a pena inicial de seis para oito anos após reavaliação do conjunto probatório. Com a decisão do STJ, fica mantido o entendimento de que houve crime, consolidando o percurso judicial do caso em uma instância superior.

Felipe Prior responde ao processo em liberdade enquanto ainda existem possibilidades de novos recursos. Paralelamente a esse caso, ele também foi investigado em outros processos por acusações semelhantes, alguns dos quais resultaram em absolvição e outros ainda aguardam desfecho judicial.

Especialistas apontam que a manutenção da condenação pelo STJ representa um marco importante na análise de crimes sexuais, sobretudo por reafirmar a importância da palavra da vítima aliada a provas técnicas e circunstanciais. O caso voltou a ganhar repercussão nacional por envolver uma figura pública, reacendendo debates sobre responsabilização, justiça e proteção às vítimas de violência sexual.

A decisão reforça o entendimento do Judiciário sobre a gravidade desse tipo de crime e a necessidade de respostas firmes do sistema de Justiça, independentemente da projeção pública do réu, destacando o compromisso institucional com a aplicação da lei.

Fonte: Redação

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