A tragédia registrada na BR-356, em São João da Barra, que resultou na morte de duas pessoas, continua gerando questionamentos por parte dos familiares das vítimas. Leanderson e Kaila, segundo parentes, mantinham um relacionamento de cerca de cinco anos e planejavam juntos novos projetos de vida, entre eles a abertura de um estúdio de unhas, estabelecimento especializado em serviços de manicure e pedicure voltado ao atendimento estético e ao cuidado pessoal.
De acordo com relatos de familiares, o médico apontado como condutor do veículo envolvido no atropelamento foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento de São João da Barra logo após o acidente. Eles afirmam que o profissional teria deixado a unidade antes da conclusão do atendimento médico, situação que passou a ser questionada pelos parentes das vítimas.
Um par de sapatos foi deixado encostado em uma parede nas dependências da UPA. Para os familiares, o fato reforça a suspeita de que a saída do médico da unidade teria ocorrido de forma apressada. As circunstâncias em que o objeto foi deixado no local deverão ser analisadas pelas autoridades no curso da investigação.
Também segundo familiares, após deixar a unidade de saúde, o médico teria seguido para Campos dos Goytacazes, onde recebeu atendimento em um hospital privado. Esses dados deverão ser verificados ao longo do inquérito policial.
Os parentes das vítimas afirmam ainda que enfrentaram dificuldades no momento de registrar a ocorrência, diante de questionamentos relacionados à habilitação do condutor da motocicleta e ao uso de equipamentos de segurança. Eles defendem que esses fatores não afastam a necessidade de apuração completa das circunstâncias do acidente e da conduta dos envolvidos após o ocorrido.
Imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades da saída de veículos da UPA poderão auxiliar a Polícia Civil na verificação de horários, deslocamentos e demais detalhes que contribuam para o esclarecimento dos fatos.
De acordo com fontes ligadas ao caso, a defesa do profissional deverá apresentá-lo às autoridades e deve sustentar que ele teria sofrido um surto psicológico no momento do acidente e que não estaria sob efeito de álcool. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que todas as circunstâncias serão apuradas dentro do devido processo legal.
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