Eleição 2020: cartas na mesa

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Segunda-feira, 06 de julho de 2020
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Campos contabiliza 2.169 casos confirmados da doença, sendo 125 óbitos

Neste domingo (5), 47 novos casos de covid-19 foram registrados em Campos. Dentre os novos casos, óbitos de dois homens, de 66 e 73 anos, com comorbidades. De acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, o município contabiliza 2.169 casos confirmados da doença, sendo 125 óbitos.  ... continuar lendo

Política

Eleição 2020: cartas na mesa

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08/04/2020 às 10h19 08/04/2020 às 12h34 Verônica Mattos

Ururau
Em Campos, a correria e as mudanças foram significativas e as nominatas expõem entendimentos e acordos políticos que dizem respeito ao Executivo e ao Legislativo.

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Umas das principais e mais complexas etapas do calendário eleitoral, a de filiação e troca de partido, foi vencida no último sábado, dia 04, exatamente seis meses antes do pleito eleitoral. Assim cumpriu-se o prazo previamente definido devido ao dia 04 de outubro, quando ocorrem as eleições municipais, mesmo que o COVID-19 ainda imponha dúvidas a respeito de sua realização. Sobre isso, a presidente  do TSE, Rosa Weber garante que está mantido, ao menos por enquanto.

Em Campos, a correria e as mudanças foram significativas e as nominatas expõem entendimentos e acordos políticos que dizem respeito ao Executivo e ao Legislativo.

Dos 25 vereadores, apenas o Pastor Wanderly (Republicanos) não disputará, ao menos até o momento, a reeleição. Mas tem Marcelle Pata que assumiu a cadeira como suplente e saiu com o retorno de Abdu Neme, e a convite dele filiou-se ao Avante, que terá ainda André Oliveira, ex-secretário de gestão pública e é do time do prefeito Rafael Diniz. Ligado ao deputado federal Marcão Gomes (PL) que não conseguiu a aliança para ter seu partido ao lado do prefeito.

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Por aí já dá para perceber que foram muitas as danças das cadeiras. E por falar em ex-secretário, o de educação, Brand Arenari no PSB, mesma legenda para onde seguiu Rogério Siqueira, ex-Superintendente de Igualdade Racial. Já Vítor Montalvão seguiu para o Cidadania, assim como Tony da Saúde. Na última hora nomes como Cezinha, Fábio Bastos e Jeovah, da linha de frente, deixaram o governo e são filiados também ao Cidadania. Quem também deixou a secretaria de governo, foi o jornalista Alexandre Bastos. Seria necessidade de encher a legenda, ou cartas na manga? Qual a ideia?

O prefeito Rafael Diniz (Cidadania), candidato a reeleição vai precisar ser habilidoso para segurar a tropa, em virtude de seu partido, ter vários nomes de ‘peso’, ou fortes e da linha de frente correndo na mesma raia. São três vereadores de mandato o presidente da Câmara, Fred Machado e Abu, que se mantiveram na legenda que ganhou Zé Carlos (ex-DC). Já Fabinho Almeida seguiu para o PSB, que passa a ter ainda Enock Amaral. Também nomes da linha de frente do governo Rafael Diniz, Raphael Thuin e Fernando Loureiro se filiaram ao PTB.

O Cidadania com três vereadores, tem o mesmo número que o PTB, que passou a ter todos nomes novos, com Cláudio Andrade (ex-DC), Genásio (ex-PSC) e Jairinho é Show (ex-PTC). 

Casos que chamam atenção são de Hélio Montezano, filho de Nelson Nahin, que estava na Superintendência de Entretenimento e Lazer, e Rogério Matoso, que seguiram para aliança formada pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar, formada por SD, DEM, PTC e MDB. Matoso no DEM e Helinho no PTC, mesmo partido que ganha a volta ao cenário local, do ex-deputado federa e estadual, Geraldo Pudim.

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O governo apostava que teria 18 vereadores da base no processo eleitoral, qual a conta a se fazer agora? São 10, 11 ou 12?

Silvinho Martins (MDB) mesmo garantindo apoio ao governo, está na base de apoio formada por Rodrigo Bacellar (SD) para uma possível e mais cotada candidatura do juiz Pedro Henrique (SD). Paulo Arantes (ex-PSDB) seguiu para o PDT, partido do pré-candidato Caio Vianna e mesmo partido que abrigou Ivan Machado. Outro partido aliado no momento à Caio Vianna, o PL, não tem mais vereador de mandato. Nele estavam Abdu e Eduardo Crespo.

Neném (ex-PTB) se vinculou ao pré-candidato Gil Viana e filiou-se ao PSL, para onde seguiram o ex-vereador Nildo Cardoso, e também estão nomes como do filho de Gil, Bruno Viana e seu assessor, Teteco.

Jorginho Virgílio (ex-Patriota) foi para o DC, do deputado João Peixoto, sendo o único candidato de mandato.

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Quem viveu dias tensos foi o vereador Álvaro César, que permaneceu no PRTB e dependerá de um caminhão de votos para chegar a mais um mandato. Depois de ter o PP em suas mãos, não viabilizou o partido com uma nominata, e pior, no final tentou entradas em legendas e não conseguindo, permaneceu onde estava.

Igor Pereira (ex-PSB) foi um capítulo à parte. Desejado por Caio Viana, acabou acertando com Rodrigo Bacellar, e é o único de mandato a estar na legenda, que tem Marcos Bacellar na expectativa de disputar novo pleito. 

Dos que formam o novo time liderado por Rodrigo Bacellar, ainda Joilza Rangel e Marcelo Perfil que filiaram ao DEM, do Pastor Eber.

Seis vereadores de mandato formam apoio ao pré-candidato do PSD, Wladimir Garotinho, Álvaro Oliveira que seguiu para o PSD, sendo o único do partido do deputado federal, tendo ainda a entrada de Eduardo Crespo no PSC, partido do governador Wilson Witzel, que já tinha Rosilane do Renê que segue na legenda, que tem ainda como pré-candidato ao Executivo, o empresário Marcelo Mérida. Para o Podemos seguiram Cabo Alonsimar e Renatinho do Eldorado, e para o PROS, Josiane Morumbi. 

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Importante destacar que as regras mudaram para a disputa para o Legislativo que não tem mais coligação, passando a ser o chamado ‘puro sangue’.

Vale destacar que os nomes postos para a disputa paro o Executivo são Rafael Diniz (Cidadania); Wladimir Garotinho (PSD), Pedro Henrique (SD); Caio Viana (PDT); Gil Viana (PSL), Lesley Beethoven (PSDB),  Roberto Henriques (PCdoB) e Cláudio Rangel (PMN). Normalmente PSOL e PT lançam nomes próprios, e há uma expectativa ainda pelo Novo.

As últimas pesquisas apontavam com larga vantagem Wladimir e Caio Vianna se enfrentando num possível 2º turno, ainda Caio contando com o apoio de Rodrigo Bacellar, que lançou o nome de Pedro Henrique.

O jogo ainda não está jogado, mas boa parte das peças estão à mesa.

Fonte: Leandro Nunes

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