Após quase dois meses de silêncio absoluto, Rodrigo Bacellar voltou ao centro do debate político fluminense nesta segunda-feira, 24 de fevereiro de 2026. Não foi por entrevista, discurso ou nota oficial. Foi pela ação coordenada de sua militância, que passou a compartilhar massivamente a reportagem da revista Veja intitulada “Como Rodrigo Bacellar se tornou uma ‘pedra no sapato’ da direita do Rio”.
Desde a operação da Polícia Federal em dezembro e do afastamento da presidência da Alerj por decisão do ministro Alexandre de Moraes, Bacellar permaneceu recluso em Teresópolis. Não concedeu entrevistas, não participou de agendas públicas e não manteve conversas políticas abertas. O silêncio gerava incerteza sobre seus próximos passos, especialmente diante da possível saída antecipada do governador Cláudio Castro e da eleição indireta que pode definir um governador-tampão.
A reportagem compartilhada traz um ponto central: Bacellar mantém poder real sobre a sucessão porque não renunciou. O texto expõe que setores do PL e do Centrão desejam sua saída para evitar que o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, possa assumir interinamente em caso de judicialização. Também registra que, para o deputado, renunciar seria um suicídio político e que ele ainda pretende reassumir a presidência da Assembleia.
Ao permitir que sua militância impulsionasse justamente essa narrativa, o recado é direto. Bacellar não pretende renunciar. Ele não aceita sair da linha sucessória. Ele considera que ainda tem legitimidade política e aposta na reversão do afastamento no Supremo.
A matéria também destaca que ele mantém influência sobre um grupo relevante de deputados e segue como presidente estadual do União Brasil. Ao dar visibilidade a esse conteúdo, a mensagem transmitida ao meio político é clara: ele continua no jogo e tem poder de decisão.
Nos bastidores, a leitura é objetiva. O compartilhamento não foi aleatório. Foi a primeira manifestação indireta de pensamento após dois meses de silêncio. E o conteúdo escolhido indica posição firme. Bacellar não sinaliza recuo. Ao contrário, sinaliza resistência e permanência.
Em um cenário de disputa interna no PL, pressão por renúncia e risco de judicialização da eleição indireta, o gesto tem peso político. Sem falar publicamente, o deputado indicou qual é sua linha neste momento. Permanecer na presidência, manter influência e atravessar o processo até a definição do STF.
Depois de semanas sem qualquer sinal, a mensagem foi dada. Ele não sai do tabuleiro.
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