Argentina destrói 188 Kg de carne suína com triquinose

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Argentina destrói 188 Kg de carne suína com triquinose

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08/07/2020 às 14h25 Aline Mendes

Reprodução
Medida impediu que a carne chegasse ao consumidor.

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Em Santa Rosa, La Pampa, o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) destruiu 140 kg de carne de porco e 48 kg de linguiça com triquinose, impedindo-os de alcançar os consumidores.

A medida, adotada após a confirmação laboratorial do diagnóstico positivo da presença de triquinose na carne de dois porcos, foi realizada em conjunto com representantes da Diretoria de Epidemiologia do Ministério da Saúde da Província, com quem diferentes tarefas de prevenção em benefício da saúde pública dos Pampas. Sem ir além, na semana passada foi detectada pela técnica de digestão artificial da triquinose na carne de um javali, em General Acha, evitando seu consumo.

A triquinose é uma doença transmitida de animais para pessoas, ou seja, uma zoonose causada por Trichinella spp., Suas larvas se alojam nos músculos dos animais. Afeta principalmente porcos. Você também pode fazer isso com espécies selvagens, como javalis, pumas, doninhas e tainhas.

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Os porcos são infectados com o parasita pela ingestão de restos de carne infectada quando criados em más condições higiênico-sanitárias (presença de lixo, resíduos de alimentos crus, roedores, etc.).
As pessoas adoecem por consumir carne crua ou mal cozida de porcos ou animais selvagens que contêm larvas de Trichinella spp. com parasitas ou produtos sem cozimento, como linguiças ou salsichas (salame, linguiça, bondiola), feitos com carnes que não foram analisadas anteriormente.

É essencial ter em mente que as larvas não são visíveis a olho nu e não alteram as características externas, o sabor ou a cor da carne ou seus derivados.

Por esse motivo, quem elabora carnes frias com carne de porcos ou animais silvestres deve verificar se a matéria-prima é adequada ao consumo, enviando a amostra a um laboratório para realizar o teste de digestão artificial. Este método representa uma ferramenta fundamental que permite o diagnóstico precoce de triquinose e evita o contágio em humanos.

Permitida pelo governo da província, em todo o território de La Pampa, uma ampla rede de laboratórios trabalha para realizar o teste de digestão artificial.

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Sinais clínicos

Porcos parasitados não apresentam sinais clínicos visíveis.

As pessoas devem prestar atenção aos seguintes sinais e sintomas: febre; dores musculares; inchaço palpebral; Erupção cutânea na pele; diarréia e vômito; declínio semelhante à gripe.

Como evitá-lo?

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A Senasa recomenda a adoção das seguintes medidas preventivas:

Para consumidores

  • Adquirir carnes e embutidos curados de origem suína ou de animais de caça que tenham sido inspecionados e certificados pela Senasa ou por outros órgãos provinciais ou municipais. Os produtos devem ser identificados com uma etiqueta que garanta seu controle.
  • Evite produtos de origem desconhecida que não sejam certificados, pois representam um alto risco para sua saúde.
  • Cozinhe bem a carne de porco, até a cor rosa desaparecer por dentro.
  • Salgar, fumar ou cozinhar em microondas não mata o parasita.
  • Antes de fazer carnes curadas ou salsichas para consumo próprio, uma amostra deve ser enviada ao laboratório para análise.

Para produtores

  • Respeite os regulamentos estabelecidos pelas autoridades sanitárias para a criação e criação de porcos.
  • Alimente-os adequadamente, impeça-os de ingerir lixo e detritos alimentares de empresas urbanas.
  • Combate à presença de roedores.
  • No caso de abate doméstico para consumo próprio, uma amostra de entranhas de cada porco deve ser enviada para um laboratório para análise.
  • Consulte o município, o veterinário do estabelecimento ou a Senasa sobre os laboratórios para onde enviar as amostras para determinar a ausência ou presença do parasita causador de triquinose.

Fonte: Agrolink

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