Terça-feira, 10 de março de 2026
Saúde

Campanha solidária por doação de medula óssea mobiliza Campos

Mobilização busca novos doadores para aumentar chances de transplante e salvar vidas

Por Fabrício Freitas
10/03/2026 às 12h08

Campanha mobiliza doadores de medula óssea em Campos para ajudar Juliana Vieira / Foto: Reprodução

Uma campanha de conscientização e cadastramento de doadores de medula óssea começou nesta segunda-feira em Campos dos Goytacazes com o objetivo de ampliar o número de voluntários no banco nacional de doadores e aumentar as chances de transplante para pacientes que enfrentam doenças graves do sangue. A mobilização foi criada em apoio a Juliana Vieira, de 36 anos, e segue até domingo.

A iniciativa busca sensibilizar moradores de Campos e de cidades da região sobre a importância da doação de medula óssea, considerada fundamental no tratamento de doenças como leucemia, linfoma e aplasia medular. Em muitos casos, o transplante representa a principal possibilidade de cura para pacientes que aguardam por um doador compatível.

A campanha é organizada pela tia de Juliana, Fernanda Lima, com apoio dos motoclubes Insanos Motoclube e Nação Motociclista Motoclube. A mobilização também conta com a participação de integrantes do movimento motociclístico local, entre eles Alessandro Ribeiro dos Santos e Leandro Cerqueira, representante regional do grupo Insanos em Campos.

O cadastro de novos doadores pode ser feito no Hemocentro do Hospital Ferreira Machado, que realiza o atendimento das 7h às 15h30. O procedimento é simples e rápido. O voluntário precisa apresentar um documento de identificação e doar uma pequena amostra de sangue para a realização da tipagem genética.

Essas informações passam a integrar o banco de dados do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, que reúne possíveis doadores de todo o país e permite a busca por compatibilidade genética para pacientes que aguardam transplante.

Podem se cadastrar pessoas entre 18 e 35 anos que estejam em boas condições de saúde e que não sejam pacientes oncológicos nem portadores de HIV ou HPV. O processo de cadastro dura cerca de cinco minutos e pode representar uma chance real de salvar vidas.

Segundo os organizadores, não existe uma meta específica de cadastros, mas quanto maior o número de pessoas registradas no sistema, maiores são as possibilidades de encontrar um doador compatível para Juliana e para milhares de pacientes que aguardam por um transplante em todo o Brasil.

A doação de medula óssea pode beneficiar pessoas com cerca de 80 tipos diferentes de doenças do sangue. As células saudáveis do doador passam a funcionar como uma nova fábrica de sangue no organismo do paciente, restaurando funções essenciais do corpo.

Os organizadores afirmam que o gesto de se cadastrar como doador é simples, rápido e pode transformar histórias. Cada novo voluntário representa uma nova esperança para quem aguarda um transplante.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com o Hemocentro do Hospital Ferreira Machado pelo telefone 22 98175 2599.

Fonte: Redação

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