Quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026
Saúde

Suplementos falsificados aumentam riscos à saúde e exigem atenção dos consumidores

Suplementos falsificados oferecem riscos e exigem atenção do consumidor

Por Fabrício Freitas
05/02/2026 às 11h51

Atenção ao consumo de suplementos falsificados ou irregulares que podem afetar a saúde / Foto: Reprodução

O aumento da circulação de suplementos alimentares falsificados ou irregulares acendeu um alerta para a saúde da população no estado do Rio de Janeiro. Fiscalizações da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) identificaram produtos fora das normas, muitos com substâncias proibidas ou alegações de efeitos terapêuticos, colocando em risco quem consome.

O Programa de Monitoramento da Qualidade dos Alimentos, desenvolvido pela Superintendência de Vigilância Sanitária (Suvisa/SES-RJ), realiza de forma contínua a análise de suplementos em farmácias, supermercados, lojas especializadas e casas de produtos naturais. A verificação inclui checagem de substâncias permitidas, limites de consumo e rotulagem adequada.

Em 2025, a Suvisa recolheu 41 produtos irregulares, sendo que dois terços apresentavam problemas de rotulagem, e a Anvisa emitiu 73 alertas de risco sobre suplementos. Produtos com informações enganosas podem causar sobrecarga no fígado, alterações cardiovasculares, insônia e outros efeitos, especialmente em pessoas com doenças pré-existentes ou que usam medicamentos regularmente.

A orientação para o consumidor inclui atenção a compras pela internet e redes sociais, cuidado com promessas milagrosas e preços muito baixos, além de conferir rótulo com fabricante, lote, validade e canais de atendimento. Consultar a lista de ingredientes aprovados pela Anvisa e verificar se o suplemento está autorizado é fundamental para reduzir riscos à saúde.

Profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, devem orientar o uso correto de suplementos, que não substituem alimentação equilibrada nem oferecem resultados milagrosos. Em caso de suspeita de produtos irregulares, a população pode acionar a Vigilância Sanitária municipal ou a Ouvidoria da SES-RJ.

Fonte: Redação

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