O vereador de Campos Maicon Cruz parece um pouco incomodado com o escrutínio popular em relação à investigação no transporte da Educação de Campos, também conhecido pelo servidor Frederico Tavares Rangel como Rota Fantasma.
Essas fraudes no transporte escolar, segundo Frederico, na Polícia Federal, no inquérito número 2022.0061541, tinham também a participação de diretores das escolas estaduais.
Sucede que Maicon Cruz tentou obter o trancamento do inquérito da Polícia Federal no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por meio do habeas corpus número 0004871-34.2024.8.19.0000, que foi denegado.
Vencido no Rio, o vereador interpôs recurso ordinário em habeas corpus, número 196821-RJ, ao egrégio Superior Tribunal de Justiça, que também teve seu provimento negado, em decisão do ministro Ribeiro Dantas.
É o que quer Maicon Cruz? Não ser investigado pela Polícia Federal e que o assunto fique na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Pelo menos é isso que trata a defesa até o momento. Tá bom?
Com a prisão do deputado estadual Thiago Rangel, no dia 5 de maio, e a possibilidade de o inquérito ser migrado para a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, com a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, por conexão ou continência ao caso do deputado Thiago Rangel, por se tratar de supostas fraudes na Educação do Estado do Rio de Janeiro, em razão do precedente contido na Petição número 15.926-RJ, procedente da ADPF 635/RJ, Maicon não perdeu tempo: procurou imediatamente o prefeito de Maricá, Quaquá, para tentar uma solução.
É provável que ninguém saiba onde foi parar o inquérito da Polícia Federal que investiga o transporte escolar no Estado do Rio de Janeiro.
O prefeito de Maricá saiu em defesa do vereador Maicon Cruz, sem tratar diretamente da Operação Rota Fantasma, e chegou até a lançar o seu nome para prefeito de Campos em 2028. Aparentemente, uma forma de suposto desagravo ao vereador de Campos, sem, contudo, consultar as bases do partido em Campos, até porque o PT tem bons quadros em Campos para uma eventual disputa.
Quaquá também atribuiu adjetivos de baixo calão a membros de uma família política de Campos que já deu dois governadores do Estado, lembrando que Quaquá nunca foi governador e nem conhece Campos.
Quaquá sempre foi muito forte no PT e amigo pessoal do presidente Lula. Não acreditamos que não estaria pensando na reeleição do seu compadre ao Planalto em outubro deste ano. Preferimos não acreditar no que diz o deputado Lindbergh nos bastidores.
Quaquá se aliou a uma pessoa que difamou a cidade de Maricá em um telefonema com o presidente Lula. Aliado de André Esteves, o ex-prefeito do Rio jamais foi visto pedindo voto para Lula e especula a possibilidade de suceder Lula, o que parece não ser a preferência da militância de Lula, pelo menos por enquanto.
Mas quanto recebeu o município de Maricá nos últimos quatro anos de royalties do petróleo? R$ 224,7 milhões em royalties, aproximadamente. Maricá tem uma superfície de 362,6 km², enquanto Campos tem 4.032,5 km².
O lixo de Maricá, Quaquá, está um pouco alto. Subiu de R$ 18 milhões para R$ 63,7 milhões. Até o Tribunal de Contas, conhecido por passar pano, implicou com o lixo.
Quem atende agora é uma empresa bastante conhecida na região, a famosa União Norte Fluminense. Não há como comparar as dimensões dos dois municípios. O custeio de Campos é infinitamente maior.
Será que esse tipo de movimento ajuda ou atrapalha o seu compadre rumo à reeleição?
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