A Polícia Federal prendeu novamente, nesta sexta-feira (27), o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar. A prisão ocorreu em sua residência, em Teresópolis, na Região Serrana do estado, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo as investigações, Bacellar é suspeito de envolvimento no vazamento de informações sigilosas, o que teria resultado na obstrução de apurações relacionadas a operações contra o crime organizado no estado do Rio de Janeiro.
Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão, o ex-parlamentar foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Rio e deverá permanecer à disposição da Justiça.
Investigação envolve vazamento e operação contra facção
O caso está inserido em desdobramentos de investigações conduzidas no âmbito de operações voltadas ao combate de organizações criminosas, incluindo apurações relacionadas ao Comando Vermelho.
De acordo com a Polícia Federal, o suposto vazamento de dados teria comprometido diligências e prejudicado o andamento de investigações sigilosas.
Bacellar já havia sido preso anteriormente, em dezembro, no contexto de investigações semelhantes envolvendo suspeitas de acesso e repasse indevido de informações sensíveis ligadas a operações policiais.
A nova prisão ocorre no âmbito de uma fase adicional da apuração, que busca aprofundar a responsabilização de agentes eventualmente envolvidos no comprometimento de ações de segurança pública.
Defesa contesta prisão e diz desconhecer motivos
A defesa de Rodrigo Bacellar afirmou que não teve acesso aos fundamentos da nova decisão judicial e classificou a prisão como indevida.
Em nota, o advogado Daniel Bialski declarou que o ex-parlamentar vinha cumprindo todas as medidas cautelares anteriormente impostas e que a nova prisão não se justificaria no atual estágio do processo.
“A defesa desconhece completamente os motivos dessa nova prisão decretada, mas ainda assim a classifica como indevida e desnecessária, já que nosso cliente vinha cumprindo fiel e completamente todas as medidas cautelares impostas”, afirmou.
Segundo a defesa, serão adotadas medidas para contestar a decisão e buscar a revogação da prisão o mais breve possível.
Após os procedimentos iniciais, Bacellar deverá ser encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto as investigações seguem em curso.
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