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Nobel da medicina vai para pesquisa que ajuda no tratamento da anemia e do câncer

Por Carla Ribeiro
07/10/2019 às 08h48

William Kaelin e Gregg Semenza, dos EUA, e Peter Ratcliffe, do Reino Unido, ganham o Prêmio Nobel de Medicina / Foto: Jonathan Nackstrand / AFP

Os americanos William Kaelin e Gregg Semenza e o britânico Sir Peter Ratcliffe são os ganhadores do Prêmio Nobel 2019 de Medicina. A pesquisa dos três envolve entender como as células detectam e se adaptam à disponibilidade de oxigênio. Aplicações dessas descobertas já estão sendo feitas em tratamentos contra anemia e algumas formas de câncer.

Segundo o comitê do Nobel, a importância da pesquisa se deve ao fato de que as células precisam ser capazes de perceber a quantidade de oxigênio disponível para adaptar sua atividade metabólica.

A importância disso se deve, por exemplo, a eventos em que as células precisam se adaptar, como quando o corpo humano vai a altas altitudes ou sofre um ferimento - isso faz com que a quantidade de oxigênio disponível diminua, ativando a chamada resposta hipóxica das células.

"Os três laureados expandiram o conhecimento de como a resposta fisiológica torna a vida possível", afirmou Randall Johnson, do comitê do Nobel. "A primeira aplicação, que acaba de ser aprovada na China, é no tratamento de anemia".

William G. Kaelin Jr, americano de 61 anos, é professor da Faculdade de Medicina Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Sir Peter J. Ratcliffe, britânico de 65 anos, é diretor de pesquisa clínica no Instituto Francis Crick, em Londres.

Gregg Semenza, americano de 63 anos, é professor da Universidade Johns Hopkins, também nos Estados Unidos.

Fonte: G1

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