Coronel afirma que intervenção em Campos ''já era um desejo antigo''

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Coronel afirma que intervenção em Campos ''já era um desejo antigo''

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09/08/2018 às 12h55 10/08/2018 às 10h51

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Megaoperação engloba as três Forças Armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica

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“Viemos para Campos, pois já era um desejo antigo da Secretaria de Segurança por demanda da autoridade policial local”, informou o coronel do exército Carlos Cinelli, em coletiva realizada no início da tarde desta quinta-feira (09/08), na sede da 146ª Delegacia Legal, em Guarus, após a megaoperação deflagrada nas primeiras horas da manhã do mesmo dia.

Segundo ele, a ação engloba as três Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), que é sediado no Rio de Janeiro no Comando Militar do Leste e possui agentes das polícias Civil, Militar e Federal (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Agência de Inteligência Brasileira – Abin).

“Toda operação que fazemos nós temos essa possibilidade de uma alimentação o tempo todo, em tempo real”, ressaltou o coronel.

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Cinelli esclareceu que, como os índices da criminalidade estão sendo reduzidos sistematicamente no grande Rio, houve a possibilidade de estender a intervenção para o interior do Estado.

“Dentro de um planejamento estratégico nada é feito de modo reativo, por impulso. Existe um planejamento sendo seguido e tivemos a oportunidade de desencadear essa operação aqui [em Campos] no interior do Estado”, ressaltou o coronel.

A coletiva também contou com as presenças do comandante do 8° Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Fabiano dos Santos de Souza; o delegado titular da 146ª DL, Luís Maurício Armond e o promotor do Ministério Público Sérgio Ricardo Fonseca.

Segundo Armond, a região de Guarus apresentava altos índices de letalidade violenta e, diante dessas demandas, as investigações avaliavam também a questão de esbulhos possessórios, ou seja, invasão de residências, expulsão de moradores e a utilização desses imóveis, não somente, relativo ao tráfico de drogas, mas para exploração comercial.

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Isso foi repassado ao general interventor, que percebendo as dificuldades da região, articulou diversas agências para que fosse realizada a primeira intervenção no interior do Estado.

“Nós buscamos fazer uma análise criminal de aspectos menores de crimes, não somente o tráfico de drogas e homicídios. Através dessa análise, nós conseguimos uma vultuosidade de informações que nos possibilitaram a obtenção de mandados de busca (em torno de 150) e 56 de prisão. Obtivemos também diversas prisões em flagrante decorrentes do auxílio de várias equipes da Enel – concessionária de energia elétrica no município – verificando furtos de energia que ocorriam nesses locais, já que o tráfico não paga conta de luz”, informou o delegado.

O comandante do 8° BPM disse que as operações já estão sendo intensificadas mesmo antes da ação feita nesta quinta-feira, como a operação “Servir e Proteger” e a operação “Ressonância” – realizada ao longo do final do mês passado e início deste mês.

“Pudemos observar que os números de homicídios, especificamente em Guarus, já dentro de 11 ou 12 dias, diminuíram e só tivemos um homicídio, na Codin. Essa operação está sendo feita em horários alternados, de maneira surpresa. Com isso, já podemos observar uma queda de homicídios em Guarus”.

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Quanto ao efetivo da PM durante a megaoperação, Fabiano disse que cerca de 150 policiais militares, foram empregados na ação. Também foram usadas duas moto patrulhas no policiamento ostensivo e 24 viaturas.

“Foram designados policiais que estão retornando aos serviços, as equipes que ainda iriam entrar e os policiais que entrariam de folga. Com isso, recuperamos o efetivo de 150 policiais militares. As interceptações foram feitas em pontos estratégicos, como nas pontes Lionel Brizola, da Lapa, e também na ponte Alair Ferreira (conhecida como ponte Mocaiber)”.

Fonte: Ururau

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