Domingo, 26 de abril de 2026
Brasil e Mundo

Cole Allen admite querer atirar em governo Trump durante ataque em Washington

Suspeito de 31 anos foi preso após ataque a tiros em jantar de correspondentes da Casa Branca

Por Fabrício Freitas
26/04/2026 às 02h56

Suspeito Cole Allen cercado por agentes do Serviço Secreto após tiros em jantar com Trump / Foto: Reprodução

Cole Tomas Allen, homem de 31 anos, suspeito de realizar um ataque a tiros do lado de fora do jantar de correspondentes da Casa Branca em Washington D.C., na noite de sábado (25), admitiu após ser preso que queria atirar contra integrantes do governo Donald Trump, conforme reportagem da TV CBS News divulgada na madrugada de domingo (26).

O ataque ocorreu durante um jantar de gala em um hotel na capital norte-americana, onde estavam presentes o presidente Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Estado Marco Rubio. Todos foram evacuados rapidamente pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos.

Trump chamou o incidente de "momento traumático" e elogiou o trabalho dos agentes de segurança. Ele afirmou que "um agente foi baleado, mas está bem" e disse ainda que "ser presidente é uma profissão perigosa". O presidente declarou não saber se o ataque tinha motivações políticas, mas acredita que ele era o alvo.

Segundo o Serviço Secreto, o autor disparou uma escopeta durante o ataque. Cole Allen foi preso e encaminhado para avaliação em um hospital local. A residência do suspeito, que mora na Califórnia, está sendo revista pelo FBI. O evento anual do jantar de correspondentes foi adiado por até 30 dias, apesar dos pedidos de Trump para que fosse retomado.

O ataque gerou impacto na segurança presidencial e das autoridades governamentais, além de repercussão política e social sobre as medidas de proteção. O adiamento do evento anual, importante para a imprensa e o governo, reforça a preocupação com a segurança em eventos oficiais.

A TV CBS News baseou sua reportagem em relatos de duas autoridades norte-americanas que falaram sob condição de anonimato. A investigação está em curso pelas autoridades competentes, sem confirmação sobre quais ou quantas autoridades do governo Trump seriam alvos específicos do suspeito.

O episódio marca o terceiro atentado contra Donald Trump nos últimos dois anos, ressaltando os riscos enfrentados pelo presidente dos Estados Unidos e a importância das medidas de segurança adotadas pelo Serviço Secreto.

Fonte: Redação

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