O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou, em sede de Petição Criminal nº 16.028, busca e apreensão contra diversos personagens, entre eles o ex-governador Cláudio Castro e Renato Jordão Bussiere.
Bussiere foi nomeado pelo então governador Cláudio Castro e permaneceu no cargo entre março de 2024 e o ano de 2026. Segundo as investigações da Polícia Federal, Renato teria facilitado a vida da Refit, do empresário Ricardo Magro, durante sua gestão no Inea.
De acordo com o relatório, a autoridade teria informado à ANP que a operação para remover todo o combustível que ainda estaria na refinaria exigiria cerca de 950 caminhões, o que representaria menos de 10% do volume que o próprio empreendimento movimentou em períodos normais de atividade na Avenida Brasil, de modo a ilidir a versão do Inea.
Segundo ainda a representação, Renato Jordão também destinou ofício ao subsecretário da Receita, Adilson Zegur, no qual informou o cancelamento da licença de operação e recuperação da Tobras Distribuidora de Combustíveis, empresa pertencente à Branson Holdings Ltda., concorrente da Refit. A autoridade policial concluiu que a ação foi alijada, conforme visto em linhas recuadas, dos mecanismos regulares de obtenção de licenças, em razão das diretrizes emanadas pelo Palácio Guanabara.
Mas os escândalos no Inea não param por aí. O então presidente do Inea, Philipe Campello, nomeado em 2021, também praticou inúmeros atos manifestamente escandalosos no órgão. Entre eles, está a concessão para exploração e distribuição das águas do aquífero Emboré, com o objetivo de facilitar a pessoa jurídica denominada Ambipar Environment Water Solutions Açu S/A, que se encontra em recuperação judicial.
A empresa seria do empresário Nelson Tanure, embora, assim como a Refit, estaria em nome de interpostas pessoas. Foram concedidas licenças, sem maiores formalidades de autorização, para acesso a 44 superpoços, com profundidade superior a 200 metros.
A licença jamais poderia ter sido concedida, uma vez que Campello era, e ainda seria, diretor da Cedae, empresa responsável pelo saneamento básico, captação e distribuição de águas no município de São João da Barra, como já foi fartamente abordado pelo site em 18/12/2025 (AQUI) e 01/01/2026 (AQUI).
A água que é da Cedae estaria sendo comercializada por empresas que jamais ostentaram previsão legal para a exploração do aquífero Emboré.
A empresa Porto do Açu, após a concessão em 2023, passou a ter 15% do capital da Ambipar, que passou a se chamar Águas Industriais do Açu.
Depois das acusações de grilagem de terras públicas envolvendo o Porto do Açu, agora aparece Campello, por vias transversas, em uma suposta tentativa de privatizar a água do aquífero Emboré, com concessão ou autorização do Inea para a chamada grilagem do aquífero Emboré.
Os fatos estão comprovados por documentos nas matérias citadas acima.
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